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Festival do Contemporâneo
Fica ligado.
De 18 a 22 de dezembro no Espaço Oi Futuro, antigo Centro Cultural Telemar, ali no Flamengo.
Basicamente, um festival sobre o que está sendo produzido agora, artisticamente, nos grandes centros. É o que eu entendi, pois o site nem está no ar ainda.
Mas, já sei que a parte de poesia, coordenada pelo Francisco Bosco, vai ter três ambientes:
1) poemas visuais projetados em telão;
2) poetas-performers apresentando-se ao vivo;
3) o VJ Alexandre Aranha (Moleculagem) e o VJ Tatavo farão clipes a partir do trabalho de poetas.
A poetinha que vos fala foi escalada. Mucho gusto. Também teremos Lu Lapan, Sérgio Cohn, Angélica Freitas, Fred Girauta, Botika e outros que não lembro agora.
Mais pra frente dou o serviço completo.
Oldsmobile
Começa hoje, em SP, o Mobile Fest, Festival de Arte e Criatividade Móvel.
Conteúdo pra celular é velha: fotos, jogos, vÃdeos e músicas. Mas agora já fala-se em POESIA PARA CELULAR.
Segundo matéria da Folha, (…) o Mobilefest faz um concurso que premiará trabalhos em categorias como fotojornalismo, poesia, música e games.
1º PREMIAÇÃO DE ARTE E CRIATIVIDADE MOBILE BRASILEIRA
Com o objetivo de estimular a produção artÃstica e teórica de excelência que opera na interface entre arte e as novas tecnologias, a Premiação de Arte e Criatividade Mobile Brasileira apóia o criador cujo universo inovador se caracteriza pela experimentação em sistemas e meios eletrônicos-digitais móveis.
Para concorrer ao Prêmio, às obras inscritas não necessitam ser inéditas.
Será levado em conta o perÃodo em que foram produzidas – 2005/2006 –, bem como sua pertinência frente à arte e aos objetivos do MOBILEFEST.
Ãreas de Participação:
Através desta Premiação, brasileiros de todos os estados e de diferentes naturalidades poderão participar do Festival ao enviar trabalhos relacionados às nove categorias abaixo descritas:
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Artes Interativas
Games
Serão considerados trabalhos – aplicações interativas, simulação computacionais desenvolvidas em plataformas direcionadas aos aparelhos celulares.
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Artes Visuais
Fotografia
VÃdeo
Animações
Serão considerados trabalhos produzidos através das interfaces e ferramentas disponÃveis, que explorem a possibilidade do instantâneo dos dispositivos móveis: vÃdeo, fotografia.
Quanto à subcategoria Animação, será considerado a qualidade técnica, roteiro e aplicabilidade do trabalho.
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Escrita SMS
Poesia
Micro Conto
Serão consideradas as obras em que a linguagem configure a interface com o meio móvel, introduzindo novos repertórios e procedimentos de produção, apresentação e recepção.
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Foto-jornalismo
Serão consideradas obras em que o resultado fotográfico configure a qualidade do instantâneo disponibilizada pela tecnologia mobile, que represente algum momento de devida importância e relevância para a sociedade brasileira.
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Publicidade
Serão consideradas obras publicitárias realizadas que explorem as novas possibilidades de comunicação e apresentação das múltiplas interfaces móveis.
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Música
Ringtones (Polifônicos – Monofônicos e outros ônicos)
Novas Possibilidades Musicais
Serão consideradas composições originais ou “remix†eletrônicos, eletroacústicos, eruditos, populares ou experimentais.
Quanto à subcategoria Novas Possibilidades Musicais serão contemplados instalações sonoras e outras idéias criativas que realizem ou operem nas interfaces com os meios móveis.
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Moblogs e Videologs
Serão considerados trabalhos em que a linguagem configure a interface com o meio móvel. Serão contemplados os Moblogs e Videologs mais originais.
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Novas Possibilidades
Serão considerados trabalhos e Idéias que extrapolem os limites das categorias acima listadas, que realizem ou operem nas interfaces com os meios móveis.
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Bolsa estÃmulo de desenvolvimento
Novas propostas de interface em prol do desenvolvimento da sociedade brasileira.
Como a Tecnologia Móvel pode contribuir para a democracia, cultura, arte, ecologia, paz, educação, saúde e o terceiro-setor?
Serão consideradas pesquisas que contemplem os seguintes aspectos:
Criação de interfaces, softwares, hardwares, dispositivos, efeitos e simulações computacionais, efeitos especiais e outras tecnologias digitais cuja aplicação esteja voltada às finalidades acima citadas.
Mais informações a respeito da premiação, de como participar e do regulamento em breve!
Soda Excepção
Não comentei nada sobre o Tim Festival 2006 porque foi uma merda. O mais fraco de todos. Não vibrei com nenhum show. Talvez porque eu não seja fã de Beastie Boys (embora curta), o show mais fervente que eu já presenciei na vida. O YYY eu já sabia que seria um saco. E sobre o Daft Punk, um show bastante comentado, jamais falaria, não tenho saco pra buati. Devendra e TV on the Radio: decepção.
Sem contar que evento na Marina da Glória é um cu pra conferir. Ruim de chegar e ruim de sair. O lance era táxi. Fui de carro um dia e quase joguei o carro no barranco, não tinha lugar pra parar. Os estacionamentos eram tão distantes que eu pensei que fosse estacionar no Méier.
Escrevi uns parágrafos desanimados sobre alguns shows que eu gostei (Patti Smith e Caetano), e deve ir ao ar na Bala. Atrasado, mas vai, junto com outros parágrafos do Fred e do JP. Pelo menos eles juram que sim.
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E vem aà o Vivo Rio. É com esse otimismo sem exclamação que eu anuncio a nova casa de espetáculos ali do MAM, que chutou o Tim pra Marina.
Mas tudo indica que vai ser uma casa classe. Ou o Rio de Janeiro pensa que vai aonde com um Claro Hall na putaquepariu da Barra e um Canecão cheio de baratas?
As operadoras querem todas as casas de espetáculos assim como as igrejas querem todos os cinemas. E nessa de vivo ou morto, eu acho que vou mudar pra Tim, a Vivo é muito cara. Nossa, que frase mais José Simão.
Enfim, queria conferir a turnê de bye bye do B.B.King, mas tá caro. Assim como cem reais pra ver o New Order. Ou tá todo mundo rico ou eu tô muito pobre.
E pra Bethânia, hein, será que tem fila?
extra C
NotÃcia fresca do blog do Tim Festival:
O show debut do “Cê”, último disco do Caetano, vai ser esse fds no fechamento do Tim Festival.
Dia 29, na madrugada de domingo pra segunda, no Tim Lab.
A Bala, que está credenciada para o evento, promete voltar aos trabalhos e obviamente não vai perder o show.
O Cê, surpreendentemente, é discão.
Eu quero ser uma locomotiva
Lá vou eu tatubolar (dizem que eu viro um tatu-bola quando leio poemas em público) no bombadinho e raipado riocenacontemporânea. Dizem que rola uma festa depois, mas aà já tão querendo muito de mim pruma terça-feira…
aspas É contemporâneo? aspas
Programação cultural da Livraria Dantes na 7 edição do Riocenacontemporânea:
Terça, dia 10, 21h – RECITAL com os poetas
- Chacal – mestre de cerimônias
- Omar Salomão
- Ericson Pires
- Phylis Huber
- Bruno Levinson
- Evandro Vieira Ouriques
- Carlito Azevedo
(Lançamento coletivo com a presença dos poetas da 7 Letras)
- Bruna Beber
- Michel Klejnberg
- Gabriela Marcondes
- Elieni Cristina da Silva
Daqui a pouco tou indo na Merça Sanpedro lançar A FILA pros paulistas. E terça rola um terceiro lançamento, só que coletivo. E ainda vou DECLARAR UNS POEMAS, como diz Anabinde, junto com os ferinhas aà de cima.
Urrul, festa.
O Riocena rola, como sempre, nos trens desativados da Estação Leopoldina.
Metrô
Voltei a postar no Metrobloggin Rio.
Estava de férias empÃricas, mas o CHÃ me chamou na chincha de novo. Então tive que voltar ao trabalho. Ou isso ou rua.
É muito difÃcil garantir uma sobrevida no ecossistema Metrobloggin. Eles te exigem três posts semanais. Cadê que eu tenho tudo isso pra falar sobre o Rio?
Já tive.
Çuissidas
Faz tempo que eu não posto aqui sobre as atualizações do Escritoras Suicidas.
O site continua. E periga virar revista ou livro.
O tema desse mês é morte. Eu mandei um poema que tá no livro, o “Saison en Enfer”.
TRANE
Hoje na Folha.
Então quer dizer que agora os famosos cedezinhos da Impulse tão chegando no Brasil. Eu tenho a edição francesa do Impressions, do Coltrane. Ganhei de presente, claro. O resto da obra do DEUS eu vou conseguindo ao longo da vida. Coincidência, a gente ouviu esse disco umas duas vezes nesse feriado.
E tem o livro… que eu vou mandar trazer, ah, vou.
THE HOUSE THAT TRANE BUILT
Autor: Ashley Kahn
Editora: W.W. Norton (352 págs.)
Quanto: US$ 29,95 (R$ 65, em média)
Eduardo, consultor da Fnac, o que me dizes?
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E que mané carro do ano, casa na praia, viagem para Aruba. Há décadas, meu sonho de consumo é um vinil do “A love supreme”. Nunca encontrei. Quem me der, leva meu coração. To pedindo pouco.

