Arquivo para Agosto, 2007
(trident) melancia
ri e vem
do seu sorriso
o frescor da lavanderia
perfumar a fumaça
do cigarro
15% a umidade relativa do ar
faço festa
9 graus sem casaco
faço festa
caos aéreo
tchup tchup tchuru
seu sorriso lixa
a tinta preta
do meu.
çanta
aninha guadalupe no welcome home roxy:
guerra
tique nervoso
à espera de alguém
que venha
beber água
desabotoar as calças
jogar bola
atirar no macio
arrancar os músculos
acumular fôlego
pra sufocar
com o próprio peso
o peso do outro:
uma bigorna
um piano
um travesseiro.
two of us riding nowhere/ spending someone’s/ hard earned pay/
you and me sunday driving/ not arriving/ on our way back home
we’re on our way home/ we’re on our way home/ we’re going home
two of us sending postcards/ writing letters/ on my wall
you and me burning matches/ lifting latches/ on our way back home
we’re on our way home/ we’re on our way home/ we’re going home
you and I have memories/ longer than the road that stretches out ahead
two of us wearing raincoats/ standing solo/ in the sun
you and me chasing paper/ getting nowhere
on our way back home/ we’re on our way home
we’re on our way home/ we’re going home
you and I have memories/ longer than the road that stretches out ahead
2ovus, les beatle, tá entre meus puemas favoritos
popopopopopopopopopopopopopopopopopopo
O Pólo de Pensamento Contemporâneo – POP – participa do 11º Circuito das Artes do Jardim Botânico apresentando leitura dos jovens poetas:
Augusto de Guimaraens Cavalcanti,
Mariano Marovatto,
Alice Sant’Anna
e Paula Padilha
Sábado, 25 de agosto às 18h00
DIGRASSA.
Na rua Conde Afonso Celso, 103 – Jardim Botânico – CEP 22461-060
Tel. (21) 2286-3299 e 2286-3682
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Mienche diorguglio, pivetada.
KINTAPHEIRA
Vitor Paiva, poeta, músico e muso de noventa purcento das pirigueths cariocas, abre a boca na Cinemateca quinta-feira a partir das 8 da noite, mesmo espaço que hoje abrigará o lanssa da Bri.
Só não vou porque uma Via Dutra nos separa.
TÃ
Começa nesta sexta-feira [24] e vai até o dia 2 de setembro, em 11 cinemas da cidade, o 17º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo.
Entre os que vão pras telas, o primeiro curta do meu irmão Felipe:
Várias oportunidades para conferir:
Cinemateca Brasileira – Sala BNDES (Lgo. Senador Raul Cardoso, 207):
25/08/07 – sábado – 20:00
Museu da Imagem e do Som – MIS (Av. Europa, 158):
24/08/07 – sexta – 19:00
Cinesesc (Rua Augusta, 2075):
26/08/07 – domingo – 16:00
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000):
28/08/07 – terça -16:00
Pra programação completa aqui
Para viver 119 anos: cachaça, namoro e fumo de rolo
Cachaça, namoro e fumo de rolo é receita de mulher de 119 anos
Rodrigo Ferreira, Diário de S.Paulo
SÃO PAULO – Cachaça, fumo de rolo e namorar muito são os segredos da baiana Silvina Rosa de Jesus para a sua longevidade. O registro de nascimento datado de 20 de junho de 1888 – apenas um mês após a abolição da escravatura no paÃs -, comprovam os 119 anos de vida. “Bem vividos”, faz questão de dizer. Para se ter uma idéia do que isso representa, em 1914, quando estourou a Primeira Guerra Mundial, Silvina já tinha 26 anos. Em 1950, com a chegada da TV no paÃs, ela estava com 62 anos de idade.
- Ainda vou longe -desafia.
Pela idade ela pode ser a mais velha de São Paulo, talvez do mundo. Silvina nasceu e foi criada na roça, no interior da Bahia, numa cidade chamada Jacaraci. Depois de namorar muito, ela se casou e teve seis filhos. Atualmente mora com a sua caçula, Anelita Covas de Souza, de 62 anos, numa casa simples, no Jardim das Esmeraldas, no extremo da zona oeste da capital.
Apesar de dizer que não tem problemas de saúde, o tempo deixou suas marcas. Silvina enxerga muito pouco e tem que pedir para a filha ligar a televisão com som alto para ouvir as missas do Padre Marcelo Rossi. As pernas são frágeis e ela não consegue mais andar. Os longos perÃodos em que trabalhou na enxada também deixaram seqüelas nas costas, e hoje a coluna é curvada. Rindo, ela diz que ainda é uma mocinha e tem boas recordações da juventude.
- Acordava cedo para capinar. Era uma delÃcia plantar arroz, milho, feijão, mandioca – recorda.
O cigarro de rolo e a cachaça ela só abandonou perto dos 100 anos.
- Eu pegava a garrafa de pinga do meu pai roubava um tanto e depois completava com água – conta com sorriso maroto de quem se considera uma criança.
“Ainda sou uma mocinha”
Japonesas são campeãs de longevidade
A japonesa Yone Minagawa estava registrada no “Guinness”, o livro dos recordes, como a pessoa mais velha do mundo. Aos 114 anos, ela morreu na última segunda-feira na cidade Fukuoka, no Japão.
Para entrar na lista, é preciso solicitar aos editores do livro o registro. Também é necessário apresentar documentos que comprovem a idade. A análise dos papéis é rigorosa.
Com a morte da japonesa, a norte-americana Edna Parker, também de 114 anos, deve ficar com o tÃtulo de mais velha do mundo para a publicação. Ela nasceu no dia 20 de abril de 1893 e vive na cidade de Shelbyville, no estado de Indiana.
Minagawa, antiga dona do posto, gostava de doces e dizia que o segredo de sua longevidade era comer bem e ter uma boa noite de sono. A japonesa havia nascido em 4 de janeiro de 1893. Ela tinha se tornado a pessoa mais velha do mundo no final de janeiro, após a morte da norte-americana Emma Faust Tillman, também de 114 anos.
As mulheres japonesas são as pessoas que vivem mais no mundo. Elas têm uma expectativa de vida de 85,8 anos. Especialistas atribuem isso à boa dieta e ao alto padrão de cuidados médicos do paÃs. O homem mais velho do mundo, de acordo com o “Guinnes”, também é japonês. Tomoji Tanabe tem 111 anos.



