Não comentei nada sobre o Tim Festival 2006 porque foi uma merda. O mais fraco de todos. Não vibrei com nenhum show. Talvez porque eu não seja fã de Beastie Boys (embora curta), o show mais fervente que eu já presenciei na vida. O YYY eu já sabia que seria um saco. E sobre o Daft Punk, um show bastante comentado, jamais falaria, não tenho saco pra buati. Devendra e TV on the Radio: decepção.
Sem contar que evento na Marina da Glória é um cu pra conferir. Ruim de chegar e ruim de sair. O lance era táxi. Fui de carro um dia e quase joguei o carro no barranco, não tinha lugar pra parar. Os estacionamentos eram tão distantes que eu pensei que fosse estacionar no Méier.
Escrevi uns parágrafos desanimados sobre alguns shows que eu gostei (Patti Smith e Caetano), e deve ir ao ar na Bala. Atrasado, mas vai, junto com outros parágrafos do Fred e do JP. Pelo menos eles juram que sim.
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E vem aà o Vivo Rio. É com esse otimismo sem exclamação que eu anuncio a nova casa de espetáculos ali do MAM, que chutou o Tim pra Marina.
Mas tudo indica que vai ser uma casa classe. Ou o Rio de Janeiro pensa que vai aonde com um Claro Hall na putaquepariu da Barra e um Canecão cheio de baratas?
As operadoras querem todas as casas de espetáculos assim como as igrejas querem todos os cinemas. E nessa de vivo ou morto, eu acho que vou mudar pra Tim, a Vivo é muito cara. Nossa, que frase mais José Simão.
Enfim, queria conferir a turnê de bye bye do B.B.King, mas tá caro. Assim como cem reais pra ver o New Order. Ou tá todo mundo rico ou eu tô muito pobre.
E pra Bethânia, hein, será que tem fila?
Homens robôs, êba! Melhor show da minha vida.
Quanto ao transporte, eu fui e voltei de ônibus, atravessando a passarela. Uma tranqüilidade. Tinha até puliça (o que não é 100% confiável, mas eles se comportam em evento de rico, se comportam). Mas vi que quem foi de táxi se estressou, com aquele curralzinho de entrada.
E a Marina é linda! Fiquei olhando os aviões decolarem…