Arquivo para Fevereiro, 2006
Novas
Amigos, a Revista BALA voltou ao ar e foi incorporada pela badtrip.com.br, nosso domÃnio. Portanto, está segura. Também não sei se todos vocês sabem, mas a Bad Trip é uma irmandade, ou melhor, um coletivo artÃstico que abriga pessoas (em sua maioria, nossos amigos) do Brasil inteiro, normalmente em formato blog. Assim como o Exquisite funcionou um dia, e como ainda funcionam o Gardenal, o Verbeat e o Insanus. Ao todo são 12 blogs, 3 podcasts e agora a Revista BALA. E ainda tem mais gente pra chegar.
O time é grande. Na edição estamos eu, Ciça (Giannetti) e Fred (Leal). No design, Tiago Teixeira, criador da belezoca. Como ilustradores: Nando Rocha, Christiano Menezes e Cassiano. No Conselho Badtrip de Inovações temos Ivan Siqueira e Rafael Spoladore, ambos criadores e membros do Coletivo. E mais: a desativada Irmandade Raoul Duke será integrada à BALA sob responsabilidade do Cardoso, que já é um badtripper podcaster.
Eu quero a participação de vocês, mas agora a publicação é por conta. Como? É, não vai ter mais aquela chatice de manda arquivo de texto, manda imagem, junta tudo e programa. Na-não, agora vocês farão isso de casa, assim como atualizam seus próprios blogs, e nós, daqui, só vamos ter o trabalho de ler e autorizar.
Moderno? Segundo o editor, em linhas gerais, é assim:
Recentemente, a Revista BALA resolveu abraçar a tecnologia da informação do séc. XXI e se transformou em uma publicação online de ‘user-generated content’ (conteúdo gerado pelo usuário). Abrimos um cadastro para que colaboradores possam enviar textos por meio do próprio espaço de publicação no site. O cadastro, no entanto, NÃO GARANTE a publicação dos mesmos, que ainda são avaliados por nossos editores – que entrarão em contato com o autor em caso de sugestões ou alterações antes da publicação (válido apenas para artigos/resenhas; contos, crônicas e poesia são publicados sem alteração).
Na Revista BALA, zelamos pela qualidade de nossos textos. Sem restrições ‘jornalÃsticas’, como espaço e estilo, esperamos de nossos colaboradores textos aprofundados e informativos, criativos e originais, capazes de apresentar um ponto de vista diferente do lugar comum da grande mÃdia. Adoramos textos longos, ensaios polêmicos (desde que não seja gratuito), resenhas opinativas e entrevistas singulares. E a colaboração de cada um é fundamental para tornarmos a revista BALA um veÃculo dinâmico e completo, referência de cultura na internet brasileira.
Mas não somos apenas cobrança e exigências. Conhecemos a dificuldade de manter uma revista cultural no Brasil, mas almejamos alto. Entre os próximos projetos, estão o desenvolvimento de um banco de resenhas de discos e filmes (ao estilo All Music Guide), e claro, uma inevitável versão impressa. Nossos mais prolÃficos colaboradores, claros, serão os primeiros privilegiados com o crescimento da revista.
Não se preocupe com o que você responde no questionário abaixo, seja apenas o mais sincero possÃvel. Isso não é uma análise curricular, e sim, uma forma de conhecer melhor nossos colaboradores, para juntos extrairmos o melhor dessa parceria.
Nome:
Email:
Sites pessoais:
Formação:
Profissão:
Interesses/Hobbies:
Como acha que poderia colaborar com a BALA?
Respondendo e enviando o questionário acima, você concorda em colaborar gratuitamente com a Revista BALA através da cessão de textos, fotos e material multimÃdia diverso. O autor original é sempre creditado e mantém todos os direitos intelectuais sobre seu trabalho, mas concorda com sua distribuição sobre a Atribuição-Uso Não-Comercial-Compatilhamento pela mesma licença 2.0 Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/br/).
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– CÓPIA DA LICENÇA –
Atribuição-Uso Não-Comercial-Compatilhamento pela mesma licença 2.0 Brasil
Você pode:
* copiar, distribuir, exibir e executar a obra
* criar obras derivadas
Sob as seguintes condições:
Atribuição. Você deve dar crédito ao autor original, da forma
especificada pelo autor ou licenciante.
Uso Não-Comercial. Você não pode utilizar esta obra com finalidades comerciais.
Compartilhamento pela mesma Licença. Se você alterar, transformar, ou
criar outra obra com base nesta, você somente poderá distribuir a obra
resultante sob uma licença idêntica a esta.
* Para cada novo uso ou distribuição, você deve deixar claro para
outros os termos da licença desta obra.
* Qualquer uma destas condições podem ser renunciadas, desde que
você obtenha permissão do autor.
Qualquer direito de uso legÃtimo (ou “fair use”) concedido por lei, ou
qualquer outro direito protegido pela legislação local, não são em
hipótese alguma afetados pelo disposto acima.
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Mas é claro que toda essa burocracia só é necessária se você pretende se tornar um colaborador ativo da BALA. De qualquer forma, você pode apenas se registrar e se tornar um colaborador eventual. E isso pode ser feito da seguinte forma:
REVISTA BALA – GUIA DE PUBLICAÇÃO
1) Login: em http://revistabala.com.br/wp-login.php use seu username e password para logar.
2) Escrevendo: clique em ‘Write’, e em ‘Title’, preencha o nome do
artigo. Para resenhas, o tÃtulo do artigo deve ser o nome do
disco/filme/livro/etc.; em entrevistas/perfis; o tÃtulo do artigo é o
nome do entrevistado/sujeito. Em caso de nota para agenda do blog na
homepage, o tÃtulo da nota deve começar com a sigla do estado onde
ocorrerá o evento (ex.: ‘RJ: Los Hermanos em Paracambi’).
3) Chamada: a chamada de capa vai no campo ‘Optional excerpt’. Em caso
de nota para o blog da homepage, o texto da nota deve ser copiado na
Ãntegra para esse campo (mesmo em caso de código html).
4) Categoria: em ‘Categories’, atribua APENAS UMA categoria ao texto,
observando a hierarquia entre categorias e sub-categorias. Caso
nenhuma categoria se adeque ao texto a ser publicado, envie um email
para editor@revistabala.com.br solicitando a criação da mesma.
5) Data: a meta da Revista BALA nessa primeira fase é publicar um
artigo por dia. O ideal é que todos os textos sejam publicados com sua
data original, mas, caso já haja um texto publicado no mesmo dia,
agende em ‘Post timestamp’ sua publicação para o dia seguinte – salvo,
claro, matérias quentes.
6) Autoria: confira em ‘Post author’ se seu nome está sendo exibido
corretamente. As páginas de artigo exibem nome e sobrenome do autor,
com link para seu site. Para ajustes em suas informações pessoais,
clique em ‘Profile’ e confira o campo ‘Display name publicly as’ (mas
não esqueça de salvar o artigo primeiro).
7) Edição: quaisquer edições ou alterações posteriores a publicação do
texto devem ser especificadas ao fim do artigo, em um novo parágrafo,
entre as tags e
Imagens: para o uso de imagens no corpo dos artigos, a largura deve
ser de, no máximo, 250 pixels, e sem borda (editor@revistabala.com.br e solicite publicação.
9) Capa: as imagens de capa são criadas pelos editores, a partir de
imagens incluÃdas no artigo ou enviadas por email. Essa é uma parte do
site que ainda falta automatizar…
10) Formatação:
- intertÃtulos, tÃtulos de filmes, discos, livros, programas de tv,
etc.: negrito ()
- estrangeirismos: itálico ()
- citações, nomes de música: aspas duplas (“”)
11) Créditos: sempre em itálico (), e no começo do texto -
antes da imagem, caso exista uma.
- filmes:
Direção: Nome do diretor
paÃs de origem, ano (4 dÃgitos)
- discos:
Nome da banda
paÃs de origem, mês/ano de lançamento (mês abreviado)
———————
Tem cara e marra de EMPREENDIMENTO, mas é só pra tentar fazer um lance organizado e funcional. E embora pareça trabalhoso, é muito fácil. E se vocês cometerem algum errinho, a gente conserta.
E então? Se animam? Animem-se. Tem espaço pra todo mundo mostrar o que quiser mostrar dentro de POESIA, LITERATURA, MÚSICA, CINEMA, COMPORTAMENTO E VARIEDADES.
Falem com os amigos.
Vamos espalhar a palavra.
Quiute
O Bife tá meio abandonado (por enquanto), mas acompanhem o movimento da Chapelaria & Cutelaria.
Wishlista
TTK, o bairro dos caça-fantasmas
Estou mais relapsa que mãe aeromoça: trabalho muito, trabalho longe e só apareço em casa às vezes. A ponte-área Leblon-Sanja está me matando, então tenho pernoitado pela Goanabara. Um dia na casa de um e um dia na casa de outro. Mais na casa de uns do que na casa de outros. E daà aproveito a programação cultural da cidade.
Hoje, por exemplo, tem show da Mari.
É, às 20h no Bar do Zé, Catete.
O Bar do Zé é um buteco muy tradiça da rua Barão de Guaratiba (do lado do Brizolão, quase Glória), um recanto Ãngreme da terra do Getúlio.
É o primeiro show da Mari com o Diego nas viola. Esquema voz e violão, MPB e Bossa Nova.
Quem curte, aparece. O cafofo é esperto, o show é de graça e a cerveja do local é de garrafa.
A Legião da Boa Vontade
Por causa de você
bate em meu peito
baixinho quase calado
um coração apaixonado.
Jorge Ben, o véi, que não tem nenhum tipo de envolvimento com campanhas vergonha-alheia da Varig.
To pra falar isso desde o Natal, mas o verão e as chuvas de janeiro me deixaram tonta e tretaplégica pra escrever. Juntar letra pra fazer palavra, e delas sacar alguma frase que preste, não é sempre que dá pra fazer (direito).
As surpresas da barraca do Milton – Uruguaiana
Este post foi escrito há um mês. Deixei em draft pra publicar depois e só me dei conta dele hoje.
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Hoje eu consegui comprar um disco do Van Morrison que não existe: Goodbye baby.
A música que dá nome ao álbum, “Goodbye baby (Baby goodbye)”, tá no Blowin’ Your Mind!, alguém aà deve conhecer. É o primeirão.
Aliás, essa e Brown Eyed Girl. Mas Brown Eyed Girl tá em todas, também.
Mas podem procurar, não existe.
10 real na minha mão.